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27 de maio de 2013

Boa Prática: Seja um doador de órgãos

doeorgaos2A legislação brasileira sobre o processo de doação e transplante de órgãos estabelece que somos todos doadores desde que após a nossa morte um familiar (até 2º grau de parentesco) autorize, por escrito, a retirada dos órgãos. Portanto, não basta você querer ser um doador de órgãos. Sua família também precisa saber. São eles que vão autorizar os médicos a fazer o transplante da sua vida para outras vidas. Diga em casa, diga para seus amigos, diga para todo mundo que você quer ser um doador.

Para um transplante de órgãos, só importa a compatibilidade entre você e as várias pessoas que esperam um coração, um pulmão, um rim. Uma vida.

Não é necessário nenhum registro em documento. Basta deixar a família avisada. Ela vai considerar isso como último desejo e autorizar a doação.

Parte das famílias que não autoriza a doação dos órgãos de um ente querido age assim por desconhecer a opção do falecido.

Avise para seus familiares e amigos. Saiba como se apresentar como doador no Facebook:

 

* Divulgação de texto originalmente publicado em site adote.org.br – com adaptações.

 

Mais informações em:

Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos

Ministério da Saúde – Dúvidas Frequentes 

 

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